OS BENEFÍCIOS DAS MEDICINAS ALTERNATIVAS

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08/13/2019 - 15:10

Medicina Alternativas

 

A designação de medicinas alternativas alberga, na verdade, duas práticas distintas: as verdadeiramente alternativas e as complementares. Como o próprio nome indica, são alternativas as práticas que substituem a medicina convencional. Já as complementares são utilizadas em conjunto com as da medicina convencional. Nos últimos anos, têm se verificado uma adoção das medicinas alternativas e uma tendência crescente para a combinação dos dois tipos de abordagem.


Em Portugal, há centros de saúde e hospitais do Serviço Nacional de Saúde que recorrem às medicinas complementares, após o reconhecimento legal das práticas.
Em que situações? Sobretudo no tratamento da dor. Em contextos tão distintos como atenuar as dores do parto, tratar a artrite crónica e outras doenças reumatológicas, suavizar os efeitos da quimioterapia em doentes oncológicos, tratar enxaquecas e outras dores crónicas ou no quadro de doentes com fadiga crónica e fibromialgia.


A Organização Mundial de Saúde (OMS) contempla-as nas suas recomendações e a própria legislação portuguesa já evoluiu no sentido de reconhecer e regulamentar o exercício de sete dessas medicinas: a medicina tradicional chinesa, a acupuntura, a fitoterapia, a homeopatia, a naturopatia, a osteopatia e quiropraxia.

No nosso estabelecimento praticamos as seguintes medicinas alternativas:


HOMEOPATIA
A lógica desta ciência é utfitoterapiailizar as mesmas substâncias que causam os sintomas das doenças para tratá-las. Para isso, essas substâncias são bem diluídas em água, até que fique uma quantidade que seja o suficiente para aliviar esses sinais, em vez de intensificá-los. Entre as matérias-primas destes medicamentos incluem-se produtos de origem vegetal, animal e mineral, mas também substâncias químicas. É uma terapia usada no tratamento de doenças ginecológicas, respiratórias, dermatológicas do trato gastro-intestinal, além de alergias e casos frequentes de infeções virais e bacterianas. Ela também pode ser indicada como um tratamento complementar à depressão.

 

OSTEOPATIA
Esta forma de medicina complementar teve origem no trabalho de investigação do médico norte-americano Andrew Taylor Still em 1874. Baseia-se no conceito de que todos os sistemas do corpo estão ligados, tendo como objetivo restabelecer esse equilíbrio: a partir da coluna vertebral, trabalha manualmente os músculos, articulações e vísceras, bem como os vasos sanguíneos e canais linfáticos. O osteopata utiliza as mãos como instrumentos aplicando uma vasta gama de técnicas, como vibrações suaves, massagens e diversos graus de manipulação que conferem mobilidade às articulações, estimulam a função dos tecidos moles ou facilitam a circulação através do relaxamento dos músculos. É recomendada no tratamento e prevenção de problemas, como dor ciática, dor lombar, tendinites, hérnias, entre outros associados a dor.

 

FITOTERAPIA
A fitoterapia é um método terapêutico que recorre às plantas. A sua origem é conhecida desde tempos remotos, pois as plantas foram durante muito tempo o único tratamento ao alcance do homem. Esta medicina alternativa não pretende de forma alguma substituir a medicina tradicional, pois atua mais em cooperação do que em sua oposição. Assim, as plantas são utilizadas sobretudo para prevenir e/ou ajudar a controlar algumas doenças, aliviando alguns sintomas. Os fito-terapeutas têm uma abordagem holística, visando o bem-estar e o equilíbrio do organismo. Os fins deste método medicinal são inúmeros pois são diversas as propriedades que se encontram nas plantas, tais como, propriedades anti-bacterianas, anti-fúngicas, anti-flatulentas, adaptogénicas, sedativas, calmantes, tonificantes, fortificantes, estimulantes, etc.

 

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